“ Eis que estou a porta e bato. Se alguém estiver atento e ouvir a minha voz e abrir a sua porta, eu entrarei e faremos um grande banquete e cearemos. “ (Livro do Apocalipse 3-20)
Em cena, um homem e seu passado travam diálogo sobre Deus, amor e liberdade. Intimista, O Comedor de Batatas é homenagem às mães mortas, além de metáfora sobre as portas abertas vida afora desde que nascemos. Fala das escolhas que o homem faz diante das bifurcações e esquinas desenhadas por seus caminhos. O espaço, cômodo qualquer isolado do mundo exterior, propõe trazer o espectador, enclausurado, para dentro de si mesmo.
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